December 2010
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Vivo a monotonia da vida como um castigo da preguiça.
June 2010
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Alguém acredita em momentos de pura loucura e não em loucura? Para mim, todos nós temos momentos de loucura, é normal, faz parte do ser humano. E agora estão a pensar “olha a miúda está doida”…posso estar mesmo.Às vezes sinto-me perto da loucura, outras longe da sanidade mas a maior parte das vezes sinto-me íntegra. Talvez a minha loucura seja apenas a constatação da loucura...
Atendi. Desliguei. Liguei. Desliguei. Atendi. Falei. Desliguei. Chorei.
Não te quero.
Espera…afinal quero.
Agora já não quero
Mas não fujas agora.
Aguenta, fica comigo.
Não exijas nada de mim,
Não esperes nada de mim
Mas por favor não vás.
Vais?
Mas quando voltares dizes?
Tens de voltar por favor.
Sim ou não?
Não sei
Mas não vás
Fica aqui.
Inês Mota Antunes
Há dias em que a cruel sensação de infelicidade se apodera de nós. Hoje foi um desses dias…descansa, amanhã o sol nasce de outra cor. Boa noite
May 2010
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No dia em que te perdi percebi que a vida é injusta. Ainda assim a lei da vida permanece e o mais velho vai e dá lugar aos que nascem. Não senti a necessidade de chorar antes de te ver, ali, imóvel, sem proferir uma única palavra naquele teu tom rouco. A vida pregou-te partidas mas insistias sempre em ficar e ainda bem. Contigo aprendi a desenhar um vaso e a ter humor. Contigo aprendi a comer...
Eu e tu
Se ao menos tivesse sentido mais do que a ponta do teu pé. Se ao menos tivesse visto mais do que um sorriso envergonhado. Se ao menos me tivesses dado a mão. Se ao menos olhasses para mim agora.
Eu não quero, e não gosto, de pensar em ti mas a solidão torna-o inevitável. Procuro-te nas noites frias, nos dias cinzentos, na falta de auto-estima … na falta de amor. Sei que não me deves querer...
Se algum dia descobrires o amor é porque conseguiste ver o que está para lá do visível.
Um “não” momentâneo é um talvez, um “não” verdadeiro é nunca.
Temo o dia em que deixar de pensar e passar a sentir. Temo esse dia tal como temo o futuro. Temo o futuro tal como temo a morte. Temo a morte tal como temo o presente. Temo, simplesmente.
“Não há pior analfabeto que o analfabeto político. Ele não ouve, não fala,...